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Para Ouvir Hoje
Deep Purple

Deep Purple

Reino UnidoReino Unido/Hertford
Início em 1968

Por onde começar a ouvir

Deep Purple ajudou a transformar o riff em arquitetura e o virtuosismo em confronto físico. Nascido do pop psicodélico de 1968, encontrou sua voz definitiva quando órgão, guitarra e bateria passaram a disputar o mesmo incêndio.

Das formações Mark I à Mark II e além, atravessou trocas brutais de elenco, pausas e retornos sem perder a vocação para o excesso preciso. Sua história é a de uma máquina inglesa que descobriu como fazer o blues soar como acidente industrial.

Por que ouvir Deep Purple?

Porque poucos grupos fizeram a eletricidade parecer tão perigosa, elegante e inevitável.

Fases da carreira

1968
1969

O laboratório antes do incêndio

A primeira formação testa psicodelia, covers e ambição sinfônica. Ainda há névoa colorida, mas a tensão entre Jon Lord e Ritchie Blackmore já procura um idioma mais duro.

Shades of Deep Purple

The Book of Taliesyn

Deep Purple

1970
1973

A forja do volume

Com Ian Gillan e Roger Glover, o grupo inventa uma gramática para o hard rock: riffs como sirenes, órgão em combate e canções que parecem correr de uma explosão.

Deep Purple in Rock

Fireball

Machine Head

Who Do We Think We Are

1974
1975

Fogo púrpura, alma em curto

David Coverdale e Glenn Hughes levam blues, funk e voz soul para dentro da máquina. O som ganha brilho, mas a unidade se dissolve no próprio calor.

Burn

Stormbringer

Come Taste the Band

1984
1993

Retorno à sala de espelhos

A reunião recupera o peso clássico, entre triunfo de arena e atritos antigos. O grupo alterna reencontro, exaustão e uma tentativa passageira de nova pele.

Perfect Strangers

The House of Blue Light

Slaves and Masters

The Battle Rages On...

1996
2005

A longa estrada sem museu

Sem Blackmore, Deep Purple troca a nostalgia pela sobrevivência criativa. Steve Morse abre espaço para um rock mais elástico, menos mitológico e ainda feroz.

Purpendicular

Abandon

Bananas

Rapture of the Deep

2013

Velhos mestres, novas faíscas

Com Don Airey e uma serenidade conquistada, a banda grava como quem não precisa provar nada. O peso permanece, agora acompanhado por memória, humor e fôlego.

Now What?!

inFinite

Whoosh!

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