Gênero
pop
85 álbums
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

Meghan Trainor · 2026
Pop luminoso e afiado, com refrões imediatos, produção moderna e atitude autoconsciente.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

Miss Grit · 2026
Electropop de contorno inquieto, com produção precisa, tensão emocional e personalidade forte.

Jessie Ware · 2026
Disco-pop luxuoso, cheio de cordas, groove e erotismo contido, com Jessie Ware refinando sua fase de pista.

ZAYN · 2026
R&B melancólico com acenos mais claros às raízes sul-asiáticas, entre ambição estética e hesitação emocional.

Anne Hathaway · 2026
Soundtrack que trata a ficção como culto pop: synths grandiosos, clima de crise e Anne Hathaway cantando no limite.

TOMORA · 2026
Tom Rowlands e Aurora fundem pista, estranheza e pop eletrônico em um disco luminoso e inquieto.

Anitta · 2026
Álbum de síntese brasileira e global, com samba, funk, reggae, bossa e colaborações de forte peso cultural.

Gorillaz · 2026
Álbum tardio e espiritual, com worldbeat, psicodelia, synth-pop e convidados vivos e póstumos em clima de luto luminoso.
Sting · 2025
Registro ao vivo de 2025 em trio, com repertório clássico, som enxuto e tensão entre memória pop e energia rock.
Gorillaz · 2025
Registro ao vivo de Demon Days no Apollo, com banda, coral e convidados convertendo o clássico em espetáculo físico.
Tori Amos · 2025
Trilha pop infantil e fantasiosa, com piano, musas e arranjos delicados fora do cânone principal.

Gorillaz · 2023
Pop sintético e californiano, com funk, electropop, crítica a cultos digitais e convidados de alta precisão.
Ringo Starr & His All-Starr Band · 2022
Celebração dos 30 anos da All-Starr Band, com Lukather, Colin Hay, Gregg Rolie e Edgar Winter.

a-ha · 2022
Com orquestra e filme, o a-ha transforma maturidade, paisagem e melancolia em pop de grande escala.
Anitta · 2022
Álbum trilíngue e globalizado, impulsionado por Envolver, com pop, funk, reggaeton e ambição internacional.
Sting · 2021
Álbum pandêmico de pop rock adulto, com temas de travessia, amor, perda e incerteza.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.
Melanie C · 2020
Disco eletrônico e disco-pop maduro, elogiado pela crítica, com foco em identidade, cura e força de pista.

Gorillaz · 2018
Gorillaz em modo enxuto, com synth-pop melancólico, funk leve e Albarn no centro emocional do quadro.

Sting · 2017
Registro de banda elétrica em Paris, unindo 57th & 9th, clássicos solo e The Police com energia renovada.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Ringo Starr · 2017
Pop rock de amigos, country e reggae em uma coleção madura sobre estrada, afeto e permanência.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.


Melanie C · 2016
Pop eletrônico sombrio e confessional, com produção moderna e uma das escritas mais pessoais de Melanie C.

a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.
Anitta · 2014
Registro ao vivo da ascensão inicial de Anitta, com hits da estreia, material de Ritmo Perfeito e espetáculo coreografado.
Anitta · 2014
Segundo álbum de Anitta, com pop, R&B e funk em busca de maturidade comercial após o impacto da estreia.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.
Melanie C · 2013
Registro ao vivo em Londres que valoriza banda, voz e repertório solo com energia pop rock direta.
Melanie C · 2012
Álbum de repertório teatral, contido e vocalmente disciplinado, com dueto de Emma Bunton em I Know Him So Well.
a-ha · 2011
Concerto de despedida em Oslo, com clássicos em alta definição e clima de encerramento solene.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.
Sting · 2010
Concerto sinfônico em Berlim, com clássicos de Sting remodelados por orquestra e acabamento sofisticado.
Gorillaz · 2010
Disco ecológico e futurista, com pop eletrônico, soul gasto, rap elegante e a visão mais ambiciosa do Gorillaz.

Sting · 2009
Álbum de inverno com folk, música antiga e câmara, distante do sentimentalismo natalino comum.

a-ha · 2009
O retorno ao synth-pop vem com maturidade, refrães fortes e um raro equilíbrio entre passado e presente.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.
Melanie C · 2005
Virada independente com pop rock firme, guitarras mais presentes e alguns dos singles mais fortes de sua fase solo.

Sting · 2003
Pop adulto com R&B, world music e eletrônica elegante, entre sensualidade e distância.
a-ha · 2003
Ao vivo europeu da fase Lifelines, com repertório amplo, voz em destaque e arranjos de acabamento refinado.

a-ha · 2001
Registro de Oslo que celebra a volta do a-ha, equilibrando clássicos, fase adulta e energia de arena.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.
Melanie C · 1999
Estreia solo diversa, entre rock, eletrônica e pop adulto, com hits que firmaram Melanie C fora das Spice Girls.

Sting · 1999
Retorno comercial com pop global, eletrônica discreta, raï e produção de alto brilho.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.

Scorpions · 1999
Experimento pop rock de 1999, controverso, eletrônico e distante do hard rock clássico da banda.
Spice Girls · 1997
Segundo álbum acelerado, colorido e multimídia, com hits globais e a euforia já perto do desgaste.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.
Sting · 1993
Pop refinado, leve e afiado, com alguns dos temas mais duradouros da carreira solo de Sting.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.

Sting · 1991
Concerto acústico íntimo em Newcastle, centrado em The Soul Cages, memória regional e arranjos contidos.

Sting · 1991
Álbum sombrio e narrativo, moldado por luto, memória operária e imagens marítimas.

Scorpions · 1990
Último grande álbum da formação clássica, com Wind of Change, Send Me an Angel e hard rock de virada histórica.

a-ha · 1990
O disco da guinada: menos neon, mais terra, guitarras e uma maturidade que rompeu com a década anterior.

a-ha · 1988
Pop sofisticado, melancolia alta e refrães elegantes em um disco que expandiu o alcance europeu do a-ha.

Sting · 1987
Um disco amplo e noturno, onde jazz, pop e política ganham forma elegante e dolorida.

a-ha · 1986
O segundo álbum troca euforia por sombra, amplia o synth-pop e firma o a-ha como banda de ambição dramática.
Sting · 1986
Primeiro ao vivo solo de Sting, com jazz rock sofisticado, repertório refeito e banda de apoio extraordinária.

Sting · 1985
Estreia solo ambiciosa, com pop, jazz e política em choque controlado depois do fim do Police.
a-ha · 1985
Estreia que transformou synth-pop melancólico em fenômeno global, com refrões gigantes, produção afiada e um senso de drama que continua intacto.
Ringo Starr · 1977
Funk, disco e pop em uma tentativa arriscada de atualizar Ringo no fim dos anos 70.
Ringo Starr · 1974
Pop rock descontraído, Lennon nos bastidores e hits que seguram a boa fase comercial de Ringo.
Ringo Starr · 1970
Standards, jazz leve e memória familiar no primeiro gesto solo de Ringo fora da sombra imediata dos Beatles.


