Gênero
rock
188 álbums
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

The Claypool Lennon Delirium · 2026
Prog psicodélico e ficção satírica em um álbum-conceito sobre IA, empatia e caos humano.
Spell · 2026
Heavy metal e hard rock gótico, com synths, refrões fortes e atmosfera elegante e sombria.

Sevendust · 2026
Metal alternativo enxuto e poderoso, com riffs afiados, refrões fortes e produção de arena.
The Black Keys · 2026
Retorno cru às raízes da dupla, com blues elétrico, gravação ao vivo e sujeira boa no lugar do polimento.
Godsmack · 2026
Registro ao vivo de hits pesados e despedida histórica da formação clássica do Godsmack.

Weird Nightmare · 2026
Power pop afiado e emocional, com ganchos rápidos, nostalgia urbana e nervo de ex-punk.

American Football · 2026
O emo de quarto vira drama adulto em um disco mais sombrio, expansivo e honesto, sem abandonar a assinatura melódica da banda.

Friko · 2026
Indie rock expansivo e emotivo, com produção de John Congleton e banda soando maior e mais confiante.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

Foo Fighters · 2026
Rock de estádio com nervo emocional, grandes refrões e nova dinâmica rítmica com Ilan Rubin.
Ringo Starr · 2026
Country rock tardio, T Bone Burnett e Ringo em tom de memória, estrada e gratidão.

Gus G · 2026
Heavy metal melódico de alta precisão, guiado por riffs fortes, solos expressivos e convidados de peso.

The Order · 2026
Hard rock e heavy metal de corte clássico, com refrões fortes, riffs diretos e vocação para palco.

White Denim · 2026
Rock alternativo e indie de alta voltagem, com groove, virtuosismo e espírito imprevisível.

White Fence · 2026
Rock psicodélico torto e vívido, com melodias oblíquas e produção afiada de Ty Segall.

Elegant Weapons · 2026
Hard rock e heavy metal de alto acabamento, com riffs fortes, voz imponente e produção robusta.

Skindred · 2026
Ragga metal afiado, refrães de estádio e Skindred em uma fase coesa, vibrante e feita para o palco.

Seether · 2026
EP curto e pesado que prolonga o último ciclo do Seether com riffs ásperos e clima de desgaste.

Nine Inch Nails · 2026
Releituras industriais com nervo de rave: NIN e Boys Noize transformando ruína em pista.

Hardline · 2026
Hard rock melódico de alta combustão, refrães enormes e Hardline jogando com experiência, brilho e pegada.

They Might Be Giants · 2026
Geek rock afiado, verborrágico e inventivo, com They Might Be Giants ainda encontrando prazer no desvio.
U2 · 2026
EP introspectivo de 2026, lançado na Páscoa, com temas de perda, amizade, fé e renovação.
U2 · 2026
EP político de 2026, com músicas inéditas, Jacknife Lee na produção e tom de vigília social.
Scorpions · 2025
Concerto de retorno simbólico a Hannover, com clássicos absolutos e Mikkey Dee reforçando o peso da fase atual.
Sting · 2025
Registro ao vivo de 2025 em trio, com repertório clássico, som enxuto e tensão entre memória pop e energia rock.
Tori Amos · 2024
Ao vivo tardio, amplo e intenso, com hits, lados B e cortes profundos tratados como matéria ainda instável.
U2 · 2024
EP ao vivo de 2024 com recorte da Zoo TV Tour em Dublin, no auge da fase Achtung Baby e Zooropa.

Sevendust · 2023
Décimo quarto álbum de estúdio, com Napalm Records, produção moderna e peso melódico em tom sombrio.

Foo Fighters · 2023
Álbum de luto e reconstrução, com Dave Grohl na bateria e algumas das letras mais diretas da carreira.

Elegant Weapons · 2023
Hard rock e heavy metal de pedigree, guiado por riffs de Faulkner, voz poderosa de Romero e produção limpa de Andy Sneap.
U2 · 2023
Releitura acústica e íntima de clássicos do U2, com arranjos de The Edge e recepção dividida.
Godsmack · 2023
Disco de despedida de fase, com Mudrock de volta, riffs de arena, melodias maduras e aceno às origens.
Ringo Starr & His All-Starr Band · 2022
Celebração dos 30 anos da All-Starr Band, com Lukather, Colin Hay, Gregg Rolie e Edgar Winter.

Scorpions · 2022
Disco direto de 2022, com Mikkey Dee na bateria, riffs enxutos e espírito clássico de hard rock.
Sting · 2021
Álbum pandêmico de pop rock adulto, com temas de travessia, amor, perda e incerteza.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.

Atreyu · 2021
Primeiro álbum sem Alex Varkatzas, guiado por hard rock de arena, refrões enormes e nova divisão vocal.

Foo Fighters · 2021
Álbum compacto e dançante, com Greg Kurstin de volta e o último registro de estúdio com Taylor Hawkins.

Sevendust · 2020
Álbum de 2020 com produção robusta, cover do Soundgarden e forte equilíbrio entre luto, peso e melodia.

Gorillaz · 2020
Projeto episódico e colaborativo, com rock, rap, eletrônica e convidados fortes em plena era de isolamento global.
Ringo Starr · 2019
Rock caseiro, convidados e Grow Old with Me ligando Ringo, Lennon e McCartney em tom crepuscular.

U2 · 2019
EP de Record Store Day, com faixas ao vivo e remixes ligados à fase Experience + Innocence.

Alice in Chains · 2018
Disco de retorno simbólico a Seattle, com peso controlado, ecos dos anos 1990 e presença firme de DuVall.

Sevendust · 2018
Estreia na Rise Records, com produção polida, metal alternativo maduro e equilíbrio entre força e melodia.
Godsmack · 2018
Virada mais melódica e radiofônica, com refrões amplos, produção limpa e uma nova estratégia para o hard rock.
U2 · 2017
Disco maduro e confessional, com produção pop, reflexão sobre mortalidade e boas faixas escondidas.

Sting · 2017
Registro de banda elétrica em Paris, unindo 57th & 9th, clássicos solo e The Police com energia renovada.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.
Ringo Starr · 2017
Pop rock de amigos, country e reggae em uma coleção madura sobre estrada, afeto e permanência.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.


a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.
Ringo Starr · 2015
Rock doméstico, memórias pré-Beatles e referências afetivas espalhadas pelo repertório.

Scorpions · 2015
Álbum comemorativo, feito com ideias antigas e novas, equilibrando nostalgia, riffs e baladas de arena.

Foo Fighters · 2014
Projeto conceitual gravado em oito cidades americanas, ligado à série da HBO e ao mapa afetivo do rock dos EUA.

U2 · 2014
Álbum autobiográfico de 2014, marcado por boas canções e pela polêmica distribuição gratuita via Apple.
Godsmack · 2014
Álbum de retomada histórica, cru no ataque, nostálgico no tema e ligeiramente mais aberto na produção.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.

Sevendust · 2014
Projeto acústico de estúdio com músicas novas e releituras, preservando força sem depender da distorção.
Melanie C · 2013
Registro ao vivo em Londres que valoriza banda, voz e repertório solo com energia pop rock direta.
Scorpions · 2013
Unplugged expansivo em Atenas, com convidados, arranjos ricos e clássicos reformulados sem perder identidade.

Sting · 2013
Projeto teatral e folk sobre estaleiros, classe trabalhadora, pertencimento e perda industrial.
Godsmack · 2012
Primeiro álbum ao vivo da banda, com repertório de impacto e bônus de covers que revela suas raízes de rock clássico.
Ringo Starr · 2012
Álbum curto, autorreferente e direto, com Wings regravada e rock de estúdio caseiro.

Scorpions · 2011
Registro da turnê de despedida anunciada, com clássicos, material recente e energia de balanço histórico.

Foo Fighters · 2011
Retorno analógico e feroz, gravado em garagem, vencedor de Grammy e marcado pela volta oficial de Pat Smear.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.

U2 · 2010
EP ao vivo da U2 360° Tour, com Mercy, Moment of Surrender e remix de I'll Go Crazy.
Sting · 2010
Concerto sinfônico em Berlim, com clássicos de Sting remodelados por orquestra e acabamento sofisticado.
Ringo Starr & His All-Starr Band · 2010
Registro da All-Starr Band no Greek Theatre, com hits cruzados e clima de grande celebração.

Sting · 2010
Releituras orquestrais de clássicos solo e do Police, entre elegância, risco e ornamentação.
Godsmack · 2010
Retorno agressivo e direto, com produção pesada, singles fortes e sensação de reencontro com a identidade original.

Scorpions · 2010
Disco de retorno vigoroso, anunciado como despedida, com Raised on Rock e participação de Tarja Turunen.
Tori Amos · 2009
Rock eletrônico sombrio, desejo, culpa e deslocamento em uma obra longa e irregular.
U2 · 2009
Álbum ambicioso e irregular, com gravações globais, clima espiritual e Moment of Surrender como grande peça.
Tori Amos · 2008
Registro cru de Tori em Montreux, entre a revelação inicial e a artista já consciente do próprio incêndio.
U2 · 2008
Registro ao vivo da era Joshua Tree, com o U2 em plena expansão de estádio e repertório monumental.

Ringo Starr & His All-Starr Band · 2008
All-Starr Band de 2006 com Sheila E., Billy Squier, Richard Marx e Edgar Winter em show robusto.
Ringo Starr · 2008
Autobiografia pop, memória de Liverpool e transição turbulenta entre Mark Hudson e Dave Stewart.
Ringo Starr · 2007
Show polido de Ringo com banda sólida, sucessos solo, Beatles e convidados em formato televisivo.
Tori Amos · 2007
Registro da turnê American Doll Posse, com banda, persona fragmentada e versões mais musculares do catálogo.

Foo Fighters · 2007
Álbum de contrastes, entre hard rock polido, baladas densas e a força imediata de “The Pretender”.

Scorpions · 2007
Disco conceitual e moderno, produzido por Desmond Child, com peso metálico e tema distópico.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.

Foo Fighters · 2006
Registro ao vivo acústico no Pantages Theatre, com formação expandida e releituras mais frágeis dos grandes hinos.
Godsmack · 2006
Disco de hard rock encorpado, com produção de Andy Johns, riffs diretos e um flerte mais claro com blues e anos 70.

Tori Amos · 2005
Caixa ao vivo de 2005 que captura Tori solo, íntima, mutável e cercada pelo fervor de sua base de fãs.
Foo Fighters · 2005
Álbum duplo que separa fúria elétrica e intimidade acústica, com “Best of You” como grande eixo emocional.
Ringo Starr · 2005
Rock positivo, referências beatles e a fórmula Ringo-Hudson em estado concentrado.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.
Melanie C · 2005
Virada independente com pop rock firme, guitarras mais presentes e alguns dos singles mais fortes de sua fase solo.
Tori Amos · 2005
Piano, Hammond e mitologia botânica em um disco longo, íntimo e menos abrasivo.

U2 · 2004
EP ao vivo promocional de 2004, com faixas de Atomic Bomb e ligação direta ao U2 inicial.
U2 · 2004
Álbum de rock frontal, vencedor de Grammys, com Vertigo e baladas de grande carga pessoal.

Scorpions · 2004
Retorno ao hard rock pesado, com Paweł Mąciwoda no baixo e foco renovado em riffs e refrões.

Sevendust · 2004
Registro acústico ao vivo no Georgia Theatre, com releituras fortes e a voz de Lajon em primeiro plano.
Godsmack · 2003
Álbum de virada comercial, com Shannon Larkin, riffs compactos, hits fortes e o domínio de I Stand Alone.
Ringo Starr · 2003
Rock maduro, convidados e Never Without You como homenagem direta a George Harrison.
Tori Amos · 2002
Álbum conceitual de estrada, político e íntimo, com uma de suas fases mais melódicas.

Foo Fighters · 2002
Registro duro e conflituoso, com Chris Shiflett integrado e dois clássicos de impacto imediato.

Ringo Starr & His All-Starr Band · 2002
All-Starr Band de 2001 em registro radiofônico, com Greg Lake, Ian Hunter, Roger Hodgson e Sheila E.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
Tori Amos · 2001
Covers masculinos reencenados por vozes femininas, entre crítica, teatro e desconforto.
Scorpions · 2001
Releitura acústica elegante, com clássicos remodelados, arranjos amplos e a melodia do Scorpions em primeiro plano.
Gorillaz · 2001
Debut de dub, rap, rock torto e animação pop, com Clint Eastwood cravando a identidade mutante do Gorillaz.
Godsmack · 2000
Segundo ataque nacional, mais pesado e fechado, com hits de rádio, clima sombrio e disciplina de estrada.
U2 · 2000
Retorno melódico e emocional do U2, com hinos acessíveis, produção limpa e enorme impacto comercial.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.

Foo Fighters · 1999
Álbum mais melódico e arejado do Foo Fighters, gravado como trio e impulsionado por “Learn to Fly”.
Ringo Starr · 1999
Álbum natalino com rock leve, humor e a parceria de Mark Hudson em clima familiar.

Sting · 1999
Retorno comercial com pop global, eletrônica discreta, raï e produção de alto brilho.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.

Scorpions · 1999
Experimento pop rock de 1999, controverso, eletrônico e distante do hard rock clássico da banda.
Ringo Starr · 1998
Registro ao vivo íntimo, com histórias entre clássicos e banda moldada para proximidade televisiva.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.
Ringo Starr · 1998
Pop rock de retorno, muitos convidados e a parceria com Mark Hudson definindo a fase moderna.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.
U2 · 1997
EP ao vivo da PopMart Tour, com versões mais cruas e dramáticas de músicas da fase Pop.

Ringo Starr & His All-Starr Band · 1997
Registro do Budokan com terceira All-Starr Band, repertório compartilhado e formação musculosa.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.

Alice in Chains · 1996
Registro acústico tenso e histórico, com Staley vulnerável, harmonias nuas e clássicos redesenhados sem perder gravidade.

Scorpions · 1996
Álbum mais suave e melódico, centrado em baladas, com You and I como principal assinatura.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
Alice in Chains · 1995
Disco denso e opaco, com sludge, doom, harmonias soturnas e a sensação de uma banda cercada pela própria história.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.
Scorpions · 1995
Registro irregular e revelador do Scorpions nos anos 90, entre legado de arena, baladas globais e guitarras mais duras.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.

Alice in Chains · 1994
EP acústico histórico, melancólico e refinado, com hits, cordas, introspecção e impacto comercial raro para o formato.

Scorpions · 1993
Disco mais pesado e sombrio dos anos 90, com Ralph Rieckermann e produção de Bruce Fairbairn.

Ringo Starr & His All-Starr Band · 1993
All-Starr Band em Montreux, com repertórios cruzados e veteranos em formato de celebração ao vivo.
U2 · 1993
Experimento eletrônico e europeu, gravado no calor da Zoo TV, com o U2 no auge de sua fase mutante.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.
Sting · 1993
Pop refinado, leve e afiado, com alguns dos temas mais duradouros da carreira solo de Sting.

Alice in Chains · 1992
Obra-prima amarga do grunge metal, marcada por vício, guerra, culpa, harmonias fatais e riffs enterrados em lama.
Ringo Starr · 1992
Retorno adulto, produção refinada e rock melódico após o período mais instável da carreira solo.

Alice in Chains · 1992
EP acústico, íntimo e colaborativo, com Cantrell em destaque, convidados de Seattle e melancolia sem teatralidade.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.
U2 · 1991
Reinvenção decisiva de 1991, unindo rock alternativo, eletrônica, ironia e canções de enorme peso emocional.
Alice in Chains · 1991
Registro feroz da fase Facelift, com a formação original no palco e Staley em uma de suas performances mais intensas.

Sting · 1991
Álbum sombrio e narrativo, moldado por luto, memória operária e imagens marítimas.

Scorpions · 1990
Último grande álbum da formação clássica, com Wind of Change, Send Me an Angel e hard rock de virada histórica.

a-ha · 1990
O disco da guinada: menos neon, mais terra, guitarras e uma maturidade que rompeu com a década anterior.

Ringo Starr & His All-Starr Band · 1990
Primeiro registro da All-Starr Band, com veteranos dividindo hits e recolocando Ringo na estrada.

Alice in Chains · 1990
Estreia pesada, sombria e decisiva, com metal viscoso, vocais assombrosos e o primeiro grande choque público da banda.

Alice in Chains · 1990
EP inicial e pesado, com riffs de metal sombrio, urgência urbana e o primeiro esboço da identidade clássica da banda.
U2 · 1988
Álbum híbrido de estúdio e palco, ambicioso e desigual, com o U2 medindo forças com a tradição americana.

a-ha · 1988
Pop sofisticado, melancolia alta e refrães elegantes em um disco que expandiu o alcance europeu do a-ha.

Scorpions · 1988
Registro polido de 1988, com produção de época, refrões grandes e o single Rhythm of Love.

Sting · 1987
Um disco amplo e noturno, onde jazz, pop e política ganham forma elegante e dolorida.
U2 · 1987
Clássico de 1987, épico e austero, com o U2 no ponto máximo entre fé, dúvida e escala mundial.

a-ha · 1986
O segundo álbum troca euforia por sombra, amplia o synth-pop e firma o a-ha como banda de ambição dramática.
Sting · 1986
Primeiro ao vivo solo de Sting, com jazz rock sofisticado, repertório refeito e banda de apoio extraordinária.

Sting · 1985
Estreia solo ambiciosa, com pop, jazz e política em choque controlado depois do fim do Police.
Scorpions · 1985
O Scorpions no pico comercial, com arena rock afiado, grandes refrões e execução de aço.
U2 · 1985
EP de 1985 com versões ao vivo marcantes e sobras de estúdio da fase Unforgettable Fire.
U2 · 1984
Virada atmosférica do U2, com Eno e Lanois expandindo a banda para textura, espaço e ambição.

Scorpions · 1984
O auge comercial da banda, com Hurricane, Still Loving You e a fórmula perfeita do hard rock de arena.
U2 · 1983
Ao vivo essencial da War Tour, com energia pós-punk, hinos políticos e a imagem mítica de Red Rocks.

Scorpions · 1982
Clássico de 1982, feito após a crise vocal de Klaus Meine, com riffs precisos e o hit No One Like You.
Ringo Starr · 1981
Rock de amigos, luto pós-Lennon e a forte Wrack My Brain no retorno mais humano de Ringo.

Scorpions · 1980
Álbum cru e urbano, dominado por The Zoo, entre hard rock de arena e sombras mais densas.

Scorpions · 1979
Virada clássica com Matthias Jabs, hard rock direto, baladas expansivas e o som que abriria a América.
Scorpions · 1978
Registro feroz da fase Uli Jon Roth, com hard rock europeu, solos febris e o Scorpions antes da explosão mundial.

Scorpions · 1977
Despedida grandiosa da fase Uli Jon Roth, com peso, drama e a guitarra monumental de The Sails of Charon.

Scorpions · 1976
Disco feroz da fase Uli Jon Roth, marcado por riffs velozes, controvérsia de capa e culto crescente no Japão.
Ringo Starr · 1976
Soul, rock e convidados ilustres em um disco de transição, irregular e revelador.

Scorpions · 1975
O Scorpions define sua identidade setentista: hard rock sombrio, guitarra lírica e refrões com carga dramática.
Ringo Starr · 1974
Pop rock descontraído, Lennon nos bastidores e hits que seguram a boa fase comercial de Ringo.

Scorpions · 1974
Álbum de transição, com Uli Jon Roth redesenhando o Scorpions entre psicodelia, hard rock e ambição progressiva.

Scorpions · 1972
Estreia psicodélica, pesada e instável, com Michael Schenker jovem e a banda ainda presa ao krautrock.
Taj Mahal · 1968
Debut cru e elétrico, com blues tradicional reaceso por guitarras jovens, voz firme e tensão de fim dos anos 60.




