O Metric fez da ansiedade urbana uma música de neon: guitarras nervosas, sintetizadores frios e Emily Haines cantando como quem observa a festa do lado de fora, mesmo quando está no centro.
A banda atravessou o indie dos anos 2000, o brilho eletrônico e a maturidade autorreflexiva sem perder o pulso cético. Seu romantismo sempre vem com alarme ligado.
Por que ouvir Metric?
”Indie rock para dançar enquanto a cidade promete futuro e cobra juros emocionais.
Faixas essenciais
Black Sheep - Brie Larson Vocal Version
Scott Pilgrim vs. the World
Help I'm Alive
Fantasies
Black Sheep
Fantasies
Gold Guns Girls
Fantasies
Lost Kitten
Synthetica
Fases da carreira
2003–
2007
Subterrâneos com luz de motel
O Metric nasce entre pós-punk, new wave e juventude em fuga, com Haines narrando desejos urbanos como se cada rua escondesse uma armadilha pop.
2009–
2012
Neon contra o colapso
Fantasies e Synthetica elevam a banda ao auge: refrões cristalinos, guitarras afiadas e uma paranoia elegante sobre fama, desejo e fabricação.
2015–
2018
Máquinas sonhando com pele
Os sintetizadores tomam a frente, depois recuam para guitarras mais sombrias. A banda testa distância emocional sem perder o drama do corpo.
2022–
Voltar ao mar sem negar o naufrágio
A trilogia tardia olha para longe e para trás: viagens, continuidade e essência. Em Romanticize the Dive, a banda revisita o próprio centro sem paralisar.

