Celebração sem aposentadoria
Maestro comemora quarenta anos de carreira sem cheiro de placa comemorativa. Taj Mahal chama Phantom Blues Band, Ben Harper, Warren Haynes, Los Lobos, Angélique Kidjo, Jack Johnson e Ziggy Marley, mas o álbum não vira desfile.
Scratch My Back tem gordura de blues, Further on Down the Road olha para trás com músculo, e Zanzibar recupera sua obsessão por rotas globais. É festa de veterano em plena atividade. A celebração funciona porque ninguém parece ali apenas para assinar presença.
Por que ouvir esse álbum?
”Pelo retrato de um mestre celebrando sem perder fome musical.
Destaques
- 1Scratch My Back
- 2Further on Down the Road
- 3Zanzibar
Fatos interessantes
- ●O álbum foi pensado como celebração de quatro décadas de gravações de Taj Mahal.
- ●Ben Harper participa e também aparece nos créditos de produção.
- ●Warren Haynes contribui na produção, reforçando o elo com o blues rock contemporâneo.
- ●Los Lobos participam, afinados com a mistura de raiz americana e latinidade.
- ●Angélique Kidjo amplia a ponte africana do projeto.
- ●Ziggy Marley reforça a conexão jamaicana cultivada por Taj desde os anos 70.
- ●Jack Johnson representa uma geração mais nova influenciada por música acústica e relaxada.
- ●A Phantom Blues Band volta como base de confiança.
- ●O disco foi lançado pela Heads Up International, selo associado a jazz, blues e world music.
- ●Maestro recebeu indicação ao Grammy, confirmando a relevância tardia de Taj Mahal.
Produção
Taj Mahal, The Phantom Blues Band, Warren Haynes, Ben Harper
Estúdios
Ultratone, Capitol Studios, Westlake Recording Studios, Sonikwire Studios, The Shed, Fat Tuesday Recording Studio
Gravadora
Heads Up International
Formação
Mudanças na formação
Sem mudanças significativas






