Gravadora: Private Music
19º álbum de estúdio
Havaí sem vitrine turística
Sacred Island, também conhecido pela ligação com The Hula Blues, finca o blues no Havaí sem transformar ilha em cenário de folheto. Gravado em Messenger Studios, o disco junta slack-key, calypso, swing, reggae leve e canto de varanda.
The New Hula Blues abre o território com humor e respeito. Sacred Island tem afeto de morador, não de visitante. Taj Mahal encontra no Pacífico outra margem para a velha música atlântica. O resultado tem brisa, sim, mas também história, ofício e ouvido atento ao lugar.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir o blues ganhar brisa do Pacífico sem perder terra sob os pés.
Destaques
- 1The New Hula Blues
- 2The Calypsonians
- 3Sacred Island (Moku La'a)
Fatos interessantes
- ●O álbum foi gravado no Havaí, em Messenger Studios.
- ●The Hula Blues Band acompanha Taj Mahal como núcleo do projeto.
- ●O disco aprofunda uma relação do artista com a cultura musical havaiana.
- ●The New Hula Blues apresenta a fusão de forma direta e bem-humorada.
- ●The Calypsonians conecta o Havaí ao Caribe dentro da mesma lógica insular.
- ●Sacred Island, Moku La'a reforça o respeito ao território e à memória local.
- ●O produtor Carey Williams teria papel importante também em Hanapepe Dream.
- ●O álbum circula às vezes com títulos e identificações diferentes, o que confunde catálogos.
- ●A mistura evita exotismo fácil ao tratar músicos locais como parceiros de linguagem.
- ●É essencial para entender a fase havaiana de Taj Mahal.
Gravadora
Private Music
Formação
Taj Mahalguitarra, vocais
The Hula Blues Bandacompanhamento
Mudanças na formação
Sem mudanças significativas






