Alice in Chains veio de Seattle sem a promessa de salvação que o grunge às vezes vendeu: era metal desacelerado até virar confissão, harmonias como ferrugem doce, culpa cantada em duas vozes.
Layne Staley fez da dor um subterrâneo iluminado por fósforos; Jerry Cantrell manteve a arquitetura em pé. Com William DuVall, a banda voltou não para apagar fantasmas, mas para tocar ao lado deles.
Por que ouvir Alice in Chains?
”Poucas bandas fizeram a queda soar tão pesada, tão bonita e tão impossível de desviar o olhar.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
1990–
1992
A lama aprende a ranger
Do metal de garagem ao abismo de Dirt, a banda encontra sua assinatura: riffs lentos, harmonias feridas e a juventude de Seattle sem ilusão.
1995–
1995
O cão de três pernas no quarto escuro
O álbum homônimo fecha a era Layne com claustrofobia, sarcasmo e exaustão; soa como uma casa trancada onde cada parede canta de volta.
2009–
2018
Fantasmas dividem o microfone
Com William DuVall, a banda renasce sem fingir inocência: homenageia Staley, aprofunda o peso e transforma continuidade em ritual de sobrevivência.
Álbuns ao vivo
EPs
Artistas relacionados
Projetos derivados
Derivada de













