Gênero
alternative rock
48 álbums
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

Foo Fighters · 2026
Rock de estádio com nervo emocional, grandes refrões e nova dinâmica rítmica com Ilan Rubin.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

White Denim · 2026
Rock alternativo e indie de alta voltagem, com groove, virtuosismo e espírito imprevisível.

They Might Be Giants · 2026
Geek rock afiado, verborrágico e inventivo, com They Might Be Giants ainda encontrando prazer no desvio.
Tori Amos · 2024
Ao vivo tardio, amplo e intenso, com hits, lados B e cortes profundos tratados como matéria ainda instável.

Foo Fighters · 2023
Álbum de luto e reconstrução, com Dave Grohl na bateria e algumas das letras mais diretas da carreira.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.

Foo Fighters · 2021
Álbum compacto e dançante, com Greg Kurstin de volta e o último registro de estúdio com Taylor Hawkins.

Gorillaz · 2020
Projeto episódico e colaborativo, com rock, rap, eletrônica e convidados fortes em plena era de isolamento global.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.

a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.

Foo Fighters · 2014
Projeto conceitual gravado em oito cidades americanas, ligado à série da HBO e ao mapa afetivo do rock dos EUA.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.

Foo Fighters · 2011
Retorno analógico e feroz, gravado em garagem, vencedor de Grammy e marcado pela volta oficial de Pat Smear.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.
Tori Amos · 2009
Rock eletrônico sombrio, desejo, culpa e deslocamento em uma obra longa e irregular.
Tori Amos · 2007
Registro da turnê American Doll Posse, com banda, persona fragmentada e versões mais musculares do catálogo.

Foo Fighters · 2007
Álbum de contrastes, entre hard rock polido, baladas densas e a força imediata de “The Pretender”.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.

Foo Fighters · 2006
Registro ao vivo acústico no Pantages Theatre, com formação expandida e releituras mais frágeis dos grandes hinos.

Tori Amos · 2005
Caixa ao vivo de 2005 que captura Tori solo, íntima, mutável e cercada pelo fervor de sua base de fãs.
Foo Fighters · 2005
Álbum duplo que separa fúria elétrica e intimidade acústica, com “Best of You” como grande eixo emocional.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.
Tori Amos · 2005
Piano, Hammond e mitologia botânica em um disco longo, íntimo e menos abrasivo.
Tori Amos · 2002
Álbum conceitual de estrada, político e íntimo, com uma de suas fases mais melódicas.

Foo Fighters · 2002
Registro duro e conflituoso, com Chris Shiflett integrado e dois clássicos de impacto imediato.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
Tori Amos · 2001
Covers masculinos reencenados por vozes femininas, entre crítica, teatro e desconforto.
Gorillaz · 2001
Debut de dub, rap, rock torto e animação pop, com Clint Eastwood cravando a identidade mutante do Gorillaz.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.

Foo Fighters · 1999
Álbum mais melódico e arejado do Foo Fighters, gravado como trio e impulsionado por “Learn to Fly”.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.
U2 · 1993
Experimento eletrônico e europeu, gravado no calor da Zoo TV, com o U2 no auge de sua fase mutante.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.

Alice in Chains · 1992
EP acústico, íntimo e colaborativo, com Cantrell em destaque, convidados de Seattle e melancolia sem teatralidade.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.
U2 · 1991
Reinvenção decisiva de 1991, unindo rock alternativo, eletrônica, ironia e canções de enorme peso emocional.

Alice in Chains · 1990
EP inicial e pesado, com riffs de metal sombrio, urgência urbana e o primeiro esboço da identidade clássica da banda.