Gênero
alternative
218 álbums

Willie Nelson · 1998
Releituras e novas gravações em clima sombrio, com produção atmosférica de Daniel Lanois.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.

Primus · 1998
EP de covers da fase Brain, com releituras de metal, art rock e funk filtradas pelo grotesco do Primus.
The Smashing Pumpkins · 1998
Virada sombria e eletrônica, marcada por luto, ausência de Jimmy Chamberlin e melodias em clima de vigília.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.

Devin Townsend · 1997
Metal progressivo oceânico, emocional e expansivo, com melodias imensas e uma sequência final monumental.

Primus · 1997
Registro de transição com Brain na bateria, produção granulada e grooves menos explosivos.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.
The Cure · 1996
Álbum irregular e colorido, com experimentos de arranjo, pop ensolarado e lampejos da velha intensidade sombria.

The Smashing Pumpkins · 1996
EP da era Mellon Collie, agressivo e simbólico, com lados B que expandem a persona Zero.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
The Smashing Pumpkins · 1995
Álbum duplo monumental, feito de fúria, nostalgia, fantasia noturna e alguns dos maiores hinos da banda.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.

Primus · 1995
Disco irregular e fascinante, com o hit Wynona e uma veia progressiva mais evidente.
Silverchair · 1995
Estreia crua, pesada e precoce, com grunge australiano, riffs densos e o estouro mundial de Tomorrow.

The Smashing Pumpkins · 1995
Show de Chicago na véspera da era Mellon Collie, com faixas novas em estado bruto e clima histórico.
The Smashing Pumpkins · 1994
Compilação essencial de lados B e raridades, com folk, psicodelia, peso e melodias escondidas.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.

The Smashing Pumpkins · 1994
Registro ao vivo da era Siamese Dream, ligado a Vieuphoria, com energia crua e espírito de arquivo.
The Cure · 1993
Ao vivo concentrado no lado cult e sombrio do repertório, gravado em Paris durante a Wish Tour.