Gênero
punk
50 álbums
The All-American Rejects · 2005
EP de apoio ao auge comercial, com acústicos que revelam a ossatura melódica dos grandes singles.
The All-American Rejects · 2005
O álbum da virada comercial: guitarras maiores, refrões de arena e três singles que dominaram a década.

U2 · 2004
EP de demos iniciais, bruto e documental, com o U2 anterior ao contrato internacional e à lapidação de Boy.
The All-American Rejects · 2002
Pop punk de quarto virando rádio: refrões limpos, ferida romântica e a primeira grande faísca da banda.

The Strokes · 2001
A estreia que definiu a estética dos Strokes: guitarras enxutas, voz distorcida, melodias certeiras e uma Nova York cansada, jovem e irresistível.

The All-American Rejects · 2001
EP de transição, raro e revelador, com versões iniciais do vocabulário emocional do grupo.

The All-American Rejects · 2000
Demo rara, caseira e nervosa, com a primeira arquitetura melódica da banda ainda exposta.

Punky Brüster · 1996
Sátira punk metal sobre indústria, pose e oportunismo, com humor ácido e riffs deliberadamente diretos.

New Order · 1992
Registro ao vivo de Glastonbury com hits dos anos 80 em versões cruas, instáveis e historicamente reveladoras.
The Cure · 1987
Álbum duplo exuberante, contraditório e vital, onde a banda abraça pop, psicodelia, fúria e romantismo.
New Order · 1986
Disco de contraste: guitarras de um lado, eletrônica do outro, com “Bizarre Love Triangle” no centro do mito.
The Cure · 1985
A virada pop do The Cure: concisa, inventiva, melódica e decisiva para sua explosão internacional.
U2 · 1984
Virada atmosférica do U2, com Eno e Lanois expandindo a banda para textura, espaço e ambição.
The Cure · 1984
Registro psicodélico e instável, com Robert Smith no comando de uma fase caótica, colorida e desigual.
U2 · 1983
Ao vivo essencial da War Tour, com energia pós-punk, hinos políticos e a imagem mítica de Red Rocks.
New Order · 1983
O New Order encontra sua voz: pós-punk, eletrônica e pop emocional numa síntese que moldou os anos 80.
The Cure · 1982
Obra extrema da fase sombria: densa, paranoica, brutal, com baixo e bateria moldando um pesadelo monumental.
The Cure · 1981
Um disco austero e fúnebre, guiado por baixo grave, teclados frios e uma melancolia sem alívio fácil.
The Cure · 1980
Minimalismo gelado, baixo dominante e atmosfera rarefeita inauguram a linguagem sombria clássica do The Cure.