Gênero
post-punk
35 álbums

Body Type · 2026
Terceiro álbum do quarteto australiano, produzido por Stella Mozgawa, com post-punk, riffs angulares e uma escrita mais contemplativa.

The Strokes · 2026
Sétimo álbum de estúdio do The Strokes, produzido por Rick Rubin, que mistura o vocabulário clássico da banda com tratamentos vocais e escolhas mais experimentais.

Yard Act · 2026
O Yard Act transforma crise de confiança, culpa e desorientação social em seu álbum mais encorpado e coletivo.

Olivia Rodrigo · 2026
Pop sombrio, new wave e pós-punk em chave dramática, com Olivia Rodrigo trocando explosão adolescente por tensão fria.

Mekons · 2026
Post-punk em chave dub, fragmentado e irônico, com Tony Maimone desmontando os Mekons por dentro.
Telehealth · 2026
Post-punk satírico sobre trabalho, dinheiro e distopia corporativa, com sintetizadores tensos e humor ácido.
New Order · 2021
Registro amplo no Alexandra Palace, com clássicos de New Order e Joy Division em formato de grande espetáculo.

The Strokes · 2020
Sexto álbum dos Strokes e primeiro em sete anos, produzido por Rick Rubin, com canções mais longas, introspectivas e abertas ao synth-pop e à new wave.

The Cure · 2019
Pacote ao vivo duplo que contrapõe curadoria cronológica no Royal Festival Hall e celebração popular no Hyde Park.
New Order · 2019
Registro do projeto com Liam Gillick, em Manchester, com synth ensemble, raridades e releituras de Joy Division.
New Order · 2013
Show de festival com clássicos de New Order e Joy Division, lançado com finalidade beneficente e energia coletiva.

The Strokes · 2013
Quinto álbum dos Strokes, discreto na promoção e mais oblíquo no som, com falsetes, new wave, sintetizadores e produção de Gus Oberg.

New Order · 2011
Registro londrino da nova formação, com Gillian Gilbert de volta e Tom Chapman ocupando o espaço de Peter Hook.

The Strokes · 2005
Terceiro álbum mais longo e ambicioso, com produção ampliada, guitarras mais pesadas e a banda tentando escapar do próprio molde.

U2 · 2004
EP de demos iniciais, bruto e documental, com o U2 anterior ao contrato internacional e à lapidação de Boy.

The Strokes · 2001
A estreia que definiu a estética dos Strokes: guitarras enxutas, voz distorcida, melodias certeiras e uma Nova York cansada, jovem e irresistível.

New Order · 1992
Registro ao vivo de Glastonbury com hits dos anos 80 em versões cruas, instáveis e historicamente reveladoras.
The Cure · 1987
Álbum duplo exuberante, contraditório e vital, onde a banda abraça pop, psicodelia, fúria e romantismo.
New Order · 1986
Disco de contraste: guitarras de um lado, eletrônica do outro, com “Bizarre Love Triangle” no centro do mito.
The Cure · 1985
A virada pop do The Cure: concisa, inventiva, melódica e decisiva para sua explosão internacional.
U2 · 1984
Virada atmosférica do U2, com Eno e Lanois expandindo a banda para textura, espaço e ambição.
The Cure · 1984
Registro psicodélico e instável, com Robert Smith no comando de uma fase caótica, colorida e desigual.
