Sting deixou o The Police carregando reggae, punk e cálculo pop na bagagem, mas sua carreira solo virou outra coisa: jazz de clube chuvoso, literatura inglesa, luto familiar, erotismo polido e canções feitas para atravessar aeroportos e consciências.
Entre ...Nothing Like the Sun, The Soul Cages e Ten Summoner's Tales, construiu uma elegância inquieta, às vezes fria, quase sempre afiada.
Por que ouvir Sting?
”A canção pop aqui veste paletó, mas guarda uma navalha no bolso interno.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
1985–
1987
O policial abandona o distintivo
Livre do trio, Sting troca urgência new wave por jazz, espaço e ambição literária, convertendo sofisticação em nova forma de tensão pop.
1991–
1996
Luto, ouro e moralidade ao sol baixo
Da dor marítima de The Soul Cages à clareza de Fields of Gold, surge o Sting mais clássico: melancólico, preciso e teatral sem levantar a voz.
1999–
2003
O cosmopolita no quarto de hotel
Ele abraça batidas globais, pop adulto e sensualidade digital, tentando fazer do mundo conectado uma sala íntima iluminada por néon.
2006–
2010
Canções antigas sob vidro antigo
Sting mergulha em alaúdes, inverno e releituras sinfônicas, como se procurasse antes da canção pop uma gramática mais velha para sua voz.
2013–
2018
O narrador volta ao cais
Entre musical, rock direto e parceria caribenha com Shaggy, ele revisita trabalho, viagem e identidade com a inquietação de quem recusa virar museu.
2019–
2021
Autorretrato no retrovisor
Regravando a própria mitologia e cruzando a ponte da pandemia, Sting transforma catálogo em memória viva, menos conquista que acerto de contas.
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