
6.4
Nota média
de crítica
Gravadora: Deutsche Grammophon
8º álbum de estúdio
O astro diante do alaúde
Songs from the Labyrinth é uma curva radical. Sting deixa banda, bateria e mercado pop do lado de fora e encara John Dowland com Edin Karamazov ao alaúde. A voz, exposta e imperfeita, vira parte do risco.
Há quem ouça pretensão. Há quem encontre coragem. Flow My Tears e Come Again revelam um artista fascinado por melancolia antiga, disposto a trocar aplauso fácil por uma sala estreita, iluminada por vela.
Por que ouvir esse álbum?
”Pelo choque de ouvir uma estrela pop sem blindagem sonora.
Destaques
- 1Flow My Tears
- 2Come Again
- 3Can She Excuse My Wrongs?
- 4Have You Seen the Bright Lily Grow
- 5Come, Heavy Sleep
Fatos interessantes
- ●O repertório gira em torno de John Dowland, compositor e alaudista inglês do período elisabetano.
- ●Edin Karamazov, especialista em alaúde, é o parceiro central e dá credibilidade técnica ao projeto.
- ●O álbum saiu pela Deutsche Grammophon, selo associado à música clássica.
- ●Sting incluiu trechos narrados de cartas atribuídas a Dowland, criando uma moldura histórica.
- ●A recepção foi dividida entre elogios à ousadia e críticas à adequação vocal de Sting ao repertório antigo.
- ●O disco alcançou forte desempenho nas paradas clássicas, algo incomum para um artista pop.
- ●Flow My Tears, uma das peças mais famosas de Dowland, virou o eixo emocional do álbum.
- ●O projeto nasceu de uma fascinação antiga de Sting pela melancolia renascentista.
- ●A ausência de bateria, baixo elétrico e produção pop torna o disco um dos mais nus de sua carreira.
- ●A turnê e as apresentações reforçaram a imagem de Sting como artista disposto a tensionar seu próprio público.
Produção
0Gravadora
Deutsche Grammophon
Formação
Stingvoz, alaúde
Edin Karamazovalaúde, arquialaúde
Mudanças na formação
Mudança de formato: Sting grava em colaboração central com Edin Karamazov, substituindo a formação pop/rock de apoio por alaúde e repertório renascentista.








