Local: Teatro Paramount, São Paulo, Brasil
Gravadora: PhilipsAo vivo
Gravadora: PhilipsAo vivo
O palco vira nação
Dois na Bossa é documento de combustão. Gravado no Teatro Paramount, une Elis Regina e Jair Rodrigues diante de uma plateia que não assiste, participa.
Arrastão, Menino das Laranjas e os pot pourris condensam a passagem da bossa elegante para a MPB de massa, televisiva, rítmica e politizada. O disco tem ruído, aplauso, risco. Foi um fenômeno comercial e cultural. O Brasil se ouvia moderno ali.
Por que ouvir esse álbum?
”Para sentir a plateia descobrir, em tempo real, uma nova música brasileira.
Destaques
- 1Arrastão
- 2Menino das Laranjas
- 3Pot-Pourri: O Morro Não Tem Vez / Feio Não É Bonito
Fatos interessantes
- ●O álbum foi gravado no Teatro Paramount, em São Paulo, palco central da música brasileira nos anos 1960.
- ●Elis Regina divide os vocais com Jair Rodrigues, parceiro de grande química cênica.
- ●O projeto dialoga diretamente com o programa O Fino da Bossa, sucesso da TV Record.
- ●Dois na Bossa tornou-se um dos álbuns ao vivo mais importantes da MPB.
- ●Arrastão aparece no repertório no mesmo período em que consagrou Elis nos festivais.
- ●Os pot pourris capturam a dinâmica de palco e a resposta calorosa da plateia.
- ●O disco ajudou a popularizar uma MPB que saía do circuito sofisticado da bossa nova.
- ●A recepção comercial foi expressiva e consolidou Elis como estrela nacional.
- ●A parceria com Jair equilibrava tensão vocal, humor e repertório de intervenção.
- ●O álbum é um retrato raro da televisão, do teatro e do disco funcionando como uma só máquina cultural.
Produção
0Gravadora
Philips
Formação
Elis Reginavoz
Jair Rodriguesvoz
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal







