Gênero
alternative
93 álbums
Maya Hawke · 2026
Indie folk confessional, frágil e atento às imperfeições que dão corpo às canções.

Sevendust · 2026
Metal alternativo enxuto e poderoso, com riffs afiados, refrões fortes e produção de arena.
Godsmack · 2026
Registro ao vivo de hits pesados e despedida histórica da formação clássica do Godsmack.
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

Foo Fighters · 2026
Rock de estádio com nervo emocional, grandes refrões e nova dinâmica rítmica com Ilan Rubin.

White Denim · 2026
Rock alternativo e indie de alta voltagem, com groove, virtuosismo e espírito imprevisível.

Atreyu · 2026
Décimo álbum do Atreyu, pesado e emocional, com produção moderna, guitarras afiadas e Max Cavalera como convidado.

ZAYN · 2026
R&B melancólico com acenos mais claros às raízes sul-asiáticas, entre ambição estética e hesitação emocional.

Skindred · 2026
Ragga metal afiado, refrães de estádio e Skindred em uma fase coesa, vibrante e feita para o palco.

Seether · 2026
EP curto e pesado que prolonga o último ciclo do Seether com riffs ásperos e clima de desgaste.

They Might Be Giants · 2026
Geek rock afiado, verborrágico e inventivo, com They Might Be Giants ainda encontrando prazer no desvio.
Tori Amos · 2024
Ao vivo tardio, amplo e intenso, com hits, lados B e cortes profundos tratados como matéria ainda instável.

Atreyu · 2023
Metal alternativo melódico e fragmentado, com foco em trauma, sobrevivência e consolidação da nova formação.

Skindred · 2023
Oitavo álbum do Skindred, vibrante e acessível, com “Gimme That Boom” e forte impacto nas paradas britânicas.

Sevendust · 2023
Décimo quarto álbum de estúdio, com Napalm Records, produção moderna e peso melódico em tom sombrio.

Foo Fighters · 2023
Álbum de luto e reconstrução, com Dave Grohl na bateria e algumas das letras mais diretas da carreira.
Godsmack · 2023
Disco de despedida de fase, com Mudrock de volta, riffs de arena, melodias maduras e aceno às origens.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.

Foo Fighters · 2021
Álbum compacto e dançante, com Greg Kurstin de volta e o último registro de estúdio com Taylor Hawkins.

Gorillaz · 2020
Projeto episódico e colaborativo, com rock, rap, eletrônica e convidados fortes em plena era de isolamento global.

Sevendust · 2020
Álbum de 2020 com produção robusta, cover do Soundgarden e forte equilíbrio entre luto, peso e melodia.

Atreyu · 2018
Rock pesado melódico, preocupado com legado e perda, em produção ampla de John Feldmann.

Sevendust · 2018
Estreia na Rise Records, com produção polida, metal alternativo maduro e equilíbrio entre força e melodia.

Skindred · 2018
Álbum mais festivo e direto do Skindred, com riffs de rock clássico, refrões grandes e “That’s My Jam”.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.

Skindred · 2015
Disco direto e vigoroso, centrado na energia ao vivo do Skindred e em faixas como “Under Attack” e “Volume”.

Sevendust · 2015
Disco sólido e autocontrolado, marcado por Thank You, produção própria e primeira indicação da banda ao Grammy.

a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.

Foo Fighters · 2014
Projeto conceitual gravado em oito cidades americanas, ligado à série da HBO e ao mapa afetivo do rock dos EUA.
Godsmack · 2014
Álbum de retomada histórica, cru no ataque, nostálgico no tema e ligeiramente mais aberto na produção.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.

Skindred · 2014
Álbum de energia frontal, com eletrônica, reggae metal e refrões de festival em “Kill the Power” e “Ninja”.

Alice in Chains · 2013
Álbum longo, pesado e ácido, com riffs musculares, crítica religiosa e a fase DuVall mais segura no estúdio.

Sevendust · 2013
Metal alternativo maduro, pesado e coeso, com Decay no centro e clima mais sombrio que a fase anterior.
Godsmack · 2012
Primeiro álbum ao vivo da banda, com repertório de impacto e bônus de covers que revela suas raízes de rock clássico.

Skindred · 2011
Álbum firme e combativo, com “Warning” como hino ao vivo e uma fusão mais madura de metal, reggae e eletrônica.

Foo Fighters · 2011
Retorno analógico e feroz, gravado em garagem, vencedor de Grammy e marcado pela volta oficial de Pat Smear.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.
Godsmack · 2010
Retorno agressivo e direto, com produção pesada, singles fortes e sensação de reencontro com a identidade original.

Sevendust · 2010
Álbum do retorno de Clint Lowery, com som polido, refrões fortes e equilíbrio entre peso e memória.

Alice in Chains · 2009
Retorno carregado de luto e peso, com DuVall integrado ao núcleo e uma homenagem explícita a Layne Staley.

Skindred · 2009
Registro curto e direto, com “Stand for Something” como manifesto e uma versão pesada de “Electric Avenue”.
Tori Amos · 2009
Rock eletrônico sombrio, desejo, culpa e deslocamento em uma obra longa e irregular.

Sevendust · 2008
Disco de contraste, com convidados fortes, metal alternativo polido e busca por respiro emocional.

Skindred · 2007
Segundo álbum mais focado do Skindred, com Arya Goggin na bateria e a mistura ragga metal mais disciplinada.
Tori Amos · 2007
Registro da turnê American Doll Posse, com banda, persona fragmentada e versões mais musculares do catálogo.

Foo Fighters · 2007
Álbum de contrastes, entre hard rock polido, baladas densas e a força imediata de “The Pretender”.

Atreyu · 2007
Virada para o alternative metal, com refrões amplos, produção radiofônica e a busca do Atreyu por escala maior.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.
Sevendust · 2007
Um dos registros mais pesados da banda, dominado por riffs secos, tensão vocal e energia de confronto.

Foo Fighters · 2006
Registro ao vivo acústico no Pantages Theatre, com formação expandida e releituras mais frágeis dos grandes hinos.
Godsmack · 2006
Disco de hard rock encorpado, com produção de Andy Johns, riffs diretos e um flerte mais claro com blues e anos 70.

Tori Amos · 2005
Caixa ao vivo de 2005 que captura Tori solo, íntima, mutável e cercada pelo fervor de sua base de fãs.
Sevendust · 2005
Primeiro disco sem Clint Lowery, áspero e instável, com riffs frontais e clima de reconstrução.
Foo Fighters · 2005
Álbum duplo que separa fúria elétrica e intimidade acústica, com “Best of You” como grande eixo emocional.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.
Tori Amos · 2005
Piano, Hammond e mitologia botânica em um disco longo, íntimo e menos abrasivo.
Sevendust · 2003
Disco melódico e direto, com alguns dos refrões mais fortes da fase clássica do Sevendust.
Godsmack · 2003
Álbum de virada comercial, com Shannon Larkin, riffs compactos, hits fortes e o domínio de I Stand Alone.
Tori Amos · 2002
Álbum conceitual de estrada, político e íntimo, com uma de suas fases mais melódicas.

Foo Fighters · 2002
Registro duro e conflituoso, com Chris Shiflett integrado e dois clássicos de impacto imediato.

Skindred · 2002
Estreia explosiva do Skindred, fundindo reggae, metal e nu metal com Benji Webbe no comando absoluto.
Sevendust · 2001
Álbum de maturidade emocional, com peso, groove, melodia e uma das baladas mais marcantes da banda.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
Tori Amos · 2001
Covers masculinos reencenados por vozes femininas, entre crítica, teatro e desconforto.
Gorillaz · 2001
Debut de dub, rap, rock torto e animação pop, com Clint Eastwood cravando a identidade mutante do Gorillaz.

Alice in Chains · 2000
Compilação ao vivo áspera, com diferentes fases da banda e registros elétricos que preservam perigo e instabilidade.
Godsmack · 2000
Segundo ataque nacional, mais pesado e fechado, com hits de rádio, clima sombrio e disciplina de estrada.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.

Foo Fighters · 1999
Álbum mais melódico e arejado do Foo Fighters, gravado como trio e impulsionado por “Learn to Fly”.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.
Sevendust · 1999
Segundo álbum expansivo, com produção mais forte, refrões enormes e participações que ampliam o alcance da banda.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.
U2 · 1993
Experimento eletrônico e europeu, gravado no calor da Zoo TV, com o U2 no auge de sua fase mutante.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.

Alice in Chains · 1992
Obra-prima amarga do grunge metal, marcada por vício, guerra, culpa, harmonias fatais e riffs enterrados em lama.

Alice in Chains · 1992
EP acústico, íntimo e colaborativo, com Cantrell em destaque, convidados de Seattle e melancolia sem teatralidade.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.
U2 · 1991
Reinvenção decisiva de 1991, unindo rock alternativo, eletrônica, ironia e canções de enorme peso emocional.
Alice in Chains · 1991
Registro feroz da fase Facelift, com a formação original no palco e Staley em uma de suas performances mais intensas.

Alice in Chains · 1990
Estreia pesada, sombria e decisiva, com metal viscoso, vocais assombrosos e o primeiro grande choque público da banda.

Alice in Chains · 1990
EP inicial e pesado, com riffs de metal sombrio, urgência urbana e o primeiro esboço da identidade clássica da banda.