Gravadora: PhilipsAo vivo
O último estouro da dupla
Dois na Bossa nº 3 fecha a trilogia com Elis e Jair ainda em alta, mas já cercados por um Brasil musical em mutação. O Cantador, Roda e Canto de Ossanha trazem Edu Lobo, Gilberto Gil, Baden Powell e Vinicius para o centro.
O repertório é forte, a plateia responde, a dupla domina o espaço. Ao mesmo tempo, a Tropicália se aproximava. O disco guarda o brilho final de uma era televisiva.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir a velha MPB televisiva no instante anterior à próxima ruptura.
Destaques
- 1O Cantador
- 2Roda
- 3Canto de Ossanha
Fatos interessantes
- ●O álbum encerra a trilogia Dois na Bossa, iniciada no estouro de 1965.
- ●O Cantador reforça a importância de Edu Lobo no repertório de Elis.
- ●Roda e Canto de Ossanha conectam o disco à canção de protesto e aos afro sambas.
- ●Em 1967, a música brasileira vivia a aproximação da Tropicália e de novas tensões estéticas.
- ●A parceria Elis e Jair mantinha apelo popular, mas o cenário cultural já mudava rapidamente.
- ●O repertório reúne compositores centrais da década, como Gilberto Gil, Baden Powell e Vinicius de Moraes.
- ●O formato ao vivo conserva o clima de programa de auditório sofisticado.
- ●A recepção posterior vê o disco como fechamento de ciclo, não apenas sequência comercial.
- ●A performance de Elis já aponta para uma intérprete mais madura que a estrela de 1965.
- ●O álbum documenta o fim de uma fase em que teatro, televisão e disco caminhavam juntos.
Produção
0Gravadora
Philips
Formação
Elis Reginavoz
Jair Rodriguesvoz
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal







