Gravadora: Phonogram/Philips
10º álbum de estúdio
A lâmina de 1972
Elis, de 1972, tem a elegância perigosa de quem domina o estúdio. César Camargo Mariano, Luizão Maia e Paulinho Braga dão musculatura a um som flexível, seco quando precisa, luminoso quando convém.
Águas de Março encontra sua primeira grande casa na voz de Elis. Casa no Campo permanece como fantasma recente. Bala com Bala acelera a pulsação. É um álbum de precisão, sem gordura, com o futuro tocando contrabaixo.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir a engenharia fina por trás da intensidade de Elis.
Destaques
- 1Águas de Março
- 2Casa no Campo
- 3Bala com Bala
Fatos interessantes
- ●Águas de Março havia sido composta por Tom Jobim no começo da década e ganhou em Elis uma leitura fundamental.
- ●César Camargo Mariano se firma como parceiro musical decisivo da cantora.
- ●Luizão Maia e Paulinho Braga formam uma cozinha que daria nova pulsação ao repertório de Elis.
- ●Bala com Bala traz a linguagem cortante de João Bosco e Aldir Blanc para o universo da cantora.
- ●O álbum pertence ao período em que Elis se distanciava da estética grandiloquente dos festivais.
- ●Roberto Menescal aparece como produtor, mantendo o acabamento sofisticado da fase Philips.
- ●A banda trabalha com economia, deixando a voz dialogar com groove e silêncio.
- ●A crítica retrospectiva costuma apontar o disco como uma das entradas mais modernas da discografia.
- ●O repertório equilibra Jobim, o novo cancioneiro urbano e a memória recente de Casa no Campo.
- ●O álbum prepara o terreno para a colaboração histórica com Tom Jobim em 1974.
Produção
0Gravadora
Phonogram/Philips
Formação
Elis Reginavoz
César Camargo Marianoarranjos, piano
Luizão Maiabaixo
Paulinho Bragabateria
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal









