Gravadora: Phonogram/Philips
15º álbum de estúdio
Romaria elétrica
Elis, de 1977, troca o punho fechado por uma fé sem repouso. Romaria, de Renato Teixeira, vira oração rural cantada com gravidade urbana. Cartomante traz o traço irônico de Ivan Lins e Vitor Martins.
Morro Velho recupera Milton Nascimento com respeito e assombro. César Camargo Mariano produz, arranja e organiza a respiração do disco. O resultado é maduro, limpo, emocional sem sentimentalismo barato.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir Elis transformar fé popular em linguagem moderna.
Destaques
- 1Romaria
- 2Cartomante
- 3Morro Velho
Fatos interessantes
- ●Romaria projetou Renato Teixeira para um público muito mais amplo.
- ●A gravação de Elis tornou-se a versão mais conhecida da canção.
- ●César Camargo Mariano assina produção, arranjos e direção musical, reforçando a parceria artística e pessoal.
- ●Cartomante aproxima o álbum da escrita sofisticada de Ivan Lins e Vitor Martins.
- ●Morro Velho reafirma a ligação de Elis com a obra de Milton Nascimento.
- ●O disco chegou após o impacto de Falso Brilhante, com tom menos teatral e mais recolhido.
- ●A recepção popular de Romaria atravessou gerações e alcançou o repertório religioso e sertanejo.
- ●O álbum combina MPB urbana com imagens rurais sem cair em folclore decorativo.
- ●A voz de Elis aparece mais contida, usando silêncio como parte da interpretação.
- ●O disco antecipou a abertura de Elis para uma brasilidade menos cosmopolita e mais interiorana.
Produção
0Gravadora
Phonogram/Philips
Formação
Elis Reginavoz
César Camargo Marianoprodução, arranjos, direção musical
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal








