
Gravadora: Nuclear Blast, Tribus Music
12º álbum de estúdio
Tempo, corte e memória
Kairos troca a grandiosidade conceitual por reflexão sobre tempo, escolha e permanência. Roy Z dá peso claro, e Jean Dolabella empurra a banda com precisão nervosa.
A faixa-título, Spectrum e Mask recolocam o Sepultura em um trilho de groove/thrash moderno, sem teatro excessivo. Há cálculo, mas também firmeza. O álbum soa como balanço de carreira feito com dentes cerrados, olhando para frente sem apagar cicatrizes.
Por que ouvir esse álbum?
”Pela maturidade de uma banda fazendo do tempo uma arma, não uma desculpa.
Destaques
- 1Kairos
- 2Spectrum
- 3Mask
- 4Seethe
- 5Relentless
Fatos interessantes
- ●Foi o primeiro álbum do Sepultura pela Nuclear Blast, selo que recolocou a banda em uma vitrine metal global.
- ●Roy Z produziu o disco, conhecido por trabalhos com Bruce Dickinson e Judas Priest.
- ●O conceito de kairos remete ao tempo oportuno, diferente da noção cronológica comum.
- ●A faixa-título funcionou como manifesto de permanência e reorganização histórica.
- ●Mask e Spectrum reforçaram uma sonoridade direta, com groove e thrash em equilíbrio.
- ●O álbum inclui uma versão de Just One Fix, do Ministry, em algumas edições.
- ●Jean Dolabella gravou seu segundo e último disco de estúdio com a banda.
- ●A recepção foi sólida, vista por muitos como sinal de recuperação após anos irregulares.
- ●O disco evita narrativa literária explícita e prefere uma reflexão ampla sobre decisões e memória.
- ●Kairos preparou a chegada de Eloy Casagrande, que mudaria novamente o peso rítmico do Sepultura.
Gravadora
Nuclear Blast, Tribus Music
Formação
Derrick Greenvocal principal
Andreas Kisserguitarras, backing vocals
Paulo Jr.baixo
Jean Dolabellabateria, percussão
Mudanças na formação
Sem mudanças confirmadas na formação principal em relação ao álbum de estúdio anterior.










