
Gravadora: Nuclear Blast, Sony
14º álbum de estúdio
Metal contra o deus máquina
Machine Messiah refinou a fase Derrick com ambição rara. Jens Bogren dá som amplo, frio e detalhado, enquanto o Sepultura cruza thrash, groove, melodia sombria e arranjos quase progressivos.
A faixa-título surpreende pela contenção; I Am the Enemy ataca sem rodeio; Phantom Self abre espaço para cordas e tensão orientalizada. É o disco em que a formação com Eloy deixa de prometer e passa a impor respeito.
Por que ouvir esse álbum?
”Pela prova viva de que a fase tardia do Sepultura ainda podia surpreender com classe e peso.
Destaques
- 1I Am the Enemy
- 2Phantom Self
- 3Machine Messiah
- 4Sworn Oath
- 5Alethea
Singles
- ●I Am the Enemy
Fatos interessantes
- ●Jens Bogren produziu o álbum no Fascination Street Studios, na Suécia, dando acabamento moderno e poderoso.
- ●O tema central discute a dependência humana da tecnologia e a criação de novos ídolos mecânicos.
- ●A faixa Machine Messiah abre o disco com andamento lento e atmosfera incomum na discografia da banda.
- ●I Am the Enemy foi o primeiro single e recuperou a agressividade frontal.
- ●Phantom Self incorpora arranjos de cordas e uma sensação quase cinematográfica.
- ●A capa foi criada pela artista filipina Camille Della Rosa e reforça o imaginário tecnológico do álbum.
- ●Eloy Casagrande aparece totalmente integrado, com bateria técnica e brutal sem roubar o foco das canções.
- ●A recepção crítica foi uma das melhores da fase Derrick até então.
- ●O disco ajudou a reposicionar o Sepultura como banda criativa, não apenas sobrevivente.
- ●Machine Messiah abriu a parceria com Jens Bogren que continuaria em Quadra.
Gravadora
Nuclear Blast, Sony
Formação
Derrick Greenvocal principal
Andreas Kisserguitarras, backing vocals
Paulo Jr.baixo
Eloy Casagrandebateria, percussão
Mudanças na formação
Sem mudanças confirmadas na formação principal em relação ao álbum de estúdio anterior.






