
Gravadora: Cogumelo, Roadrunner
1º álbum de estúdio
A ferrugem que abriu o túmulo
Morbid Visions é primitivo, turvo e essencial. Gravado em condições limitadas, pega o metal extremo de fora e o devolve com sotaque brasileiro, violência juvenil e som de porão em chamas.
Troops of Doom já apontava algo maior, mesmo cercada por caos técnico. O disco não tem acabamento, tem instinto. É o Sepultura antes da disciplina, quando a ambição ainda parecia um ruído saindo de Belo Horizonte.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir o metal brasileiro descobrindo que podia assustar o mundo.
Destaques
- 1Troops of Doom
- 2Morbid Visions
- 3Mayhem
- 4War
- 5Funeral Rites
Fatos interessantes
- ●O álbum nasceu na cena de Belo Horizonte, um núcleo decisivo para o metal extremo brasileiro dos anos 80.
- ●Troops of Doom tornou-se a faixa mais importante da fase inicial e seria regravada em versões posteriores.
- ●A produção precária virou parte do mito, com som abafado e atmosfera quase subterrânea.
- ●Jairo Guedz foi o guitarrista solo dessa fase e ajudou a definir o ataque mais bruto do primeiro Sepultura.
- ●Paulo Jr. aparece creditado no baixo, embora haja registros e relatos de baixo não creditado por outro integrante.
- ●A influência de Venom, Celtic Frost e Slayer é evidente, filtrada por uma realidade brasileira muito menos estruturada.
- ●O disco saiu pela Cogumelo, selo fundamental para a circulação do metal extremo nacional.
- ●A capa e a temática satânica refletem códigos do underground da época, antes do amadurecimento político da banda.
- ●A recepção internacional cresceu lentamente, quando o Sepultura já havia evoluído tecnicamente.
- ●Mesmo irregular, o álbum é peça de origem para entender como a banda saiu do caos local para a exportação global.
Gravadora
Cogumelo, Roadrunner
Formação
Max Cavaleravoz, guitarra rítmica
Igor Cavalerabateria, percussão
Jairo Guedzguitarra solo, backing vocals, baixo não creditado
Paulo Jr.baixo creditado
Mudanças na formação
Primeira formação









