Fim de década em movimento
Evolution (The Most Recent) registra Taj Mahal em 1977, já distante do blues rock de estreia e instalado numa zona própria. O álbum mistura canção, blues, R&B e balanço leve, com Queen Bee em versão que ganharia vida longa no repertório.
Sing a Happy Song abre a porta para um humor quase doméstico. Há menos ruptura do que sedimentação. Taj parece fazer inventário do que aprendeu nas estradas da década. É menos celebrado do que merece, talvez por falar baixo depois de tantos gestos expansivos.
Por que ouvir esse álbum?
”Pela chance de ouvir Queen Bee e uma fase menos óbvia da obra de Taj Mahal.
Destaques
- 1Sing a Happy Song
- 2Queen Bee
- 3Why Did You Have to Desert Me?
Fatos interessantes
- ●Queen Bee se tornaria uma das composições mais duradouras de Taj Mahal.
- ●A canção ganharia nova projeção em colaborações posteriores e apresentações ao vivo.
- ●O disco pertence à fase Warner, menos celebrada que os anos Columbia.
- ●Sing a Happy Song evidencia o lado leve e comunitário do repertório.
- ●O título sugere consciência de mudança, mas o som trabalha continuidade e síntese.
- ●O álbum aparece num momento em que o mercado de blues tinha pouco espaço no rádio mainstream.
- ●Taj Mahal evita adaptar seu som à disco music dominante do período.
- ●A produção tem menos documentação pública do que seus discos iniciais.
- ●O repertório privilegia groove, canção e personalidade vocal.
- ●É uma boa entrada para perceber como Taj atravessou os anos 70 sem virar peça de época.
Produção
0Gravadora
Warner Bros. Records




