Gravadora: Columbia Records
4º álbum de estúdio
Raiz, riso e teimosia
Happy Just to Be Like I Am pega o blues e o espalha por ruas de terra, dança cajun, electric blues e humor sem pedir licença. Taj Mahal assume a produção e parece menos interessado em pureza do que em circulação. A faixa-título tem a leveza de quem sabe exatamente onde pisa.
Stealin' e Chevrolet puxam tradição e malícia popular. É um disco de afirmação: identidade como ritmo, não como discurso. A graça está no modo como cada faixa parece escolher seu próprio caminho sem abandonar a roda.
Por que ouvir esse álbum?
”Pelo prazer raro de ouvir tradição, ironia e liberdade funcionando no mesmo pulso.
Destaques
- 1Happy Just to Be Like I Am
- 2Stealin'
- 3Chevrolet
Fatos interessantes
- ●Marca uma fase em que Taj Mahal passa a controlar mais diretamente a própria produção.
- ●O disco amplia a presença de cores cajun dentro de sua música.
- ●Chevrolet se tornou uma das releituras mais lembradas de seu repertório dos anos 70.
- ●A faixa-título resume uma postura estética de autonomia e satisfação sem conformismo.
- ●O álbum aparece num momento em que o blues comercial perdia espaço para o rock de arena.
- ●Taj responde a esse cenário com mistura, não com nostalgia defensiva.
- ●O repertório reforça seu interesse por canções que carregam humor popular e crítica social discreta.
- ●A sonoridade é menos agressiva que a estreia, mas mais aberta em timbres e acentos.
- ●O disco ajuda a preparar sua guinada para experiências acústicas e comunitárias em 1972.
- ●É uma peça importante para entender Taj Mahal como produtor de mundos, não apenas cantor de blues.
Produção
0Gravadora
Columbia Records




