Gravadora: Private Music
18º álbum de estúdio
Elegância com sangue quente
Señor Blues continua a fase de alta visibilidade de Taj Mahal, agora com blues, soul, jazz e R&B em arranjos de metais. Queen Bee reaparece com charme maduro, Mr. Pitiful convoca Otis Redding, e a faixa-título pisa em terreno latino sem caricatura.
John Porter mantém o som limpo, mas a banda soa de carne. O disco tem classe, humor e balanço. Foi o veterano ganhando prêmio sem virar estátua. A sofisticação não esfria o disco. Pelo contrário, dá moldura para a voz raspar com mais classe.
Por que ouvir esse álbum?
”Pela elegância de um blues adulto que ainda sabe suar.
Destaques
- 1Queen Bee
- 2Señor Blues
- 3Mr. Pitiful
Fatos interessantes
- ●O álbum venceu o Grammy de Best Contemporary Blues Album.
- ●Queen Bee retorna como uma das marcas autorais de Taj Mahal.
- ●Mr. Pitiful revisita o repertório associado a Otis Redding.
- ●A faixa-título dialoga com o jazz de Horace Silver pelo nome e pelo clima latino.
- ●Darrell Leonard e Joe Sublett acrescentam metais com forte personalidade.
- ●Jon Cleary e Mick Weaver dão sustentação de piano, Wurlitzer e Hammond B-3.
- ●John Porter volta à produção, mantendo continuidade com Phantom Blues.
- ●O disco consolidou a fase Private Music como uma das mais reconhecidas de sua carreira.
- ●A mistura de soul blues e jazz blues amplia o alcance sem diluir o centro vocal.
- ●O prêmio confirmou que Taj Mahal seguia competitivo em plena década de 90.
Produção
0Gravadora
Private Music
Formação
Taj Mahalvocais, harmônica, dobro, kazoo
Johnny Lee Schellguitarra
Jon Clearypiano, Wurlitzer
Mick Weaverórgão Hammond B-3
Larry Fulcherbaixo
Tony Braunagelbateria, percussão, tamborim
Darrell Leonardtrompete, trombone, trompa
Joe Sublettsaxofone tenor
Mudanças na formação
Sem mudanças significativas





