8.1
Nota média
de crítica
16º álbum de estúdio
Luto à beira-mar
Ocean to Ocean nasceu no isolamento da pandemia e carrega a morte da mãe de Tori Amos como maré subterrânea. Gravado entre lugares e músicos separados, reencontra Jon Evans e Matt Chamberlain, devolvendo corpo às canções.
Speaking with Trees conversa com cinzas, árvores e ausência. Swim to New York State abre horizonte. Spies traz humor doméstico. É um disco de luto, mas respira. A dor aqui aprende a circular.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir uma artista transformar confinamento em ar, perda em movimento.
Destaques
- 1Speaking with Trees
- 2Spies
- 3Swim to New York State
- 4Addition of Light Divided
Singles
- ●Speaking with Trees
- ●Spies
Fatos interessantes
- ●O álbum foi criado durante a pandemia, com Amos vivendo na Cornualha e trabalhando à distância com colaboradores.
- ●A morte de sua mãe atravessa o repertório, especialmente em canções sobre memória, natureza e ausência.
- ●Speaking with Trees parte da imagem das cinzas da mãe guardadas sob uma casa na árvore.
- ●Jon Evans e Matt Chamberlain retornam, recolocando baixo e bateria no centro da sonoridade.
- ●Spies nasceu de um ambiente familiar e oferece rara leveza dentro de um disco marcado por luto.
- ●Swim to New York State usa distância geográfica como metáfora de separação emocional.
- ●Addition of Light Divided abre o álbum com tom de renascimento cauteloso.
- ●A crítica recebeu o disco de forma positiva, destacando sua coesão e vulnerabilidade madura.
- ●John Philip Shenale adiciona instrumentos incomuns como Marxophone e Optigan, ampliando a textura de câmara.
- ●O álbum reposicionou Amos em uma chave de sobrevivência serena, sem apagar as fraturas.
Produção
Estúdios
Martian Engineering Studios, Cyclops Sound Studio, Studio Mezzanotte, Brickhill Studios
Gravadora
Decca
Formação
Mudanças na formação
Retornam Jon Evans no baixo e Matt Chamberlain na bateria/percussão. Mark Hawley permanece na guitarra e John Philip Shenale permanece nos teclados e sintetizadores.










