Gravadora: PhilipsAo vivo
A fórmula ainda ferve
Dois na Bossa nº 2 retoma Elis e Jair Rodrigues quando a parceria já era marca pública. A espontaneidade do primeiro volume dá lugar a uma máquina mais consciente, mas ainda quente.
Tristeza, Ensaio Geral e Arrastão sustentam o repertório com samba, teatro e festival. O disco captura a euforia de uma MPB que aprendia a se repetir sem virar simples cópia. O palco continua sendo o motor.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir uma parceria no auge da popularidade ainda mordendo o repertório.
Destaques
- 1Tristeza
- 2Ensaio Geral
- 3Arrastão
Fatos interessantes
- ●O sucesso do primeiro Dois na Bossa abriu caminho para a continuação em 1966.
- ●Elis e Jair já eram associados pelo público ao programa O Fino da Bossa.
- ●Tristeza reforça a presença do samba de forte apelo popular no repertório.
- ●Ensaio Geral amplia a ligação com a canção teatral e a linguagem de palco.
- ●Arrastão reaparece como peça inevitável da consagração de Elis.
- ●O álbum mostra a indústria fonográfica respondendo rapidamente ao sucesso televisivo.
- ●A química entre os dois cantores se apoiava no contraste entre ataque vocal e malandragem cênica.
- ●A recepção histórica tende a colocá-lo abaixo do impacto inicial, mas reconhece seu valor documental.
- ●O formato ao vivo preserva a energia de plateia que definia a carreira de Elis naquele momento.
- ●O disco confirma a série como um dos pilares da MPB de massa nos anos 1960.
Produção
0Gravadora
Philips
Formação
Elis Reginavoz
Jair Rodriguesvoz
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal







