Gravadora: Phonogram/Philips
13º álbum de estúdio
Nobreza e navalha
Elis, de 1974, é o outro lado do ano de Elis & Tom. Menos consensual, mais terrestre, ele traz Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, O Mestre Sala dos Mares e Tatuagem em interpretações de tensão social e desejo exposto.
A voz está no auge da inteligência dramática. Roberto Menescal assina a produção, mas o disco pertence à capacidade de Elis de iluminar personagens que a história empurra para a margem.
Por que ouvir esse álbum?
”Para encontrar a Elis que encara o Brasil sem moldura de luxo.
Destaques
- 1Dois Pra Lá, Dois Pra Cá
- 2O Mestre-Sala dos Mares
- 3Tatuagem
Fatos interessantes
- ●O Mestre Sala dos Mares, de João Bosco e Aldir Blanc, nasceu sob pressão da censura no período militar.
- ●A canção homenageia João Cândido, líder da Revolta da Chibata, ainda tema sensível na cultura oficial.
- ●Tatuagem amplia a ligação de Elis com o teatro musical de Chico Buarque.
- ●Dois Pra Lá, Dois Pra Cá virou uma de suas gravações mais elegantes e melancólicas.
- ●O álbum saiu no mesmo ano de Elis & Tom, ficando muitas vezes à sombra do clássico.
- ●Roberto Menescal continuou na produção, sustentando a fase de acabamento refinado da cantora.
- ●O repertório confirma a entrada definitiva de João Bosco e Aldir Blanc no centro do universo de Elis.
- ●A recepção posterior valoriza o disco pelo equilíbrio entre sofisticação e crítica social.
- ●A voz de Elis trabalha com menor explosão e maior precisão de personagem.
- ●O álbum mostra que 1974 foi um ano de pico artístico, não um caso isolado.
Produção
0Gravadora
Phonogram/Philips
Formação
Elis Reginavoz
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal








