Gravadora: WEA
16º álbum de estúdio
A anistia em carne viva
Essa Mulher chega em 1979 com o Brasil respirando abertura política e ainda cheio de medo. O Bêbado e a Equilibrista, de João Bosco e Aldir Blanc, vira hino civil, uma canção de retorno, luto e esperança.
Elis canta sem bandeira fácil. Canta como quem sabe o preço. A faixa título e Basta de Clamares Inocência ampliam o retrato de uma intérprete frontal. Na WEA, ela renova a própria temperatura.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir uma voz popular dar forma ao desejo coletivo de reparação.
Destaques
- 1O Bêbado e a Equilibrista
- 2Essa Mulher
- 3Basta de Clamares Inocência
Fatos interessantes
- ●O Bêbado e a Equilibrista tornou-se símbolo da campanha pela anistia no fim da ditadura.
- ●A letra cita Betinho de maneira indireta, ligado ao retorno de exilados políticos.
- ●O álbum marca a fase de Elis na WEA, após anos associados à Philips.
- ●Mazzola e César Camargo Mariano aparecem na produção, unindo experiência de estúdio e direção musical.
- ●A canção de João Bosco e Aldir Blanc tornou-se uma das gravações políticas mais lembradas da MPB.
- ●Essa Mulher reforça a imagem de uma Elis adulta, frontal e menos conciliadora.
- ●O disco saiu no ano da Lei da Anistia, em 1979, o que ampliou seu peso simbólico.
- ●Basta de Clamares Inocência recupera repertório de outra tradição da canção brasileira.
- ●A recepção crítica costuma destacar o álbum pelo encontro entre qualidade musical e momento histórico.
- ●O sucesso de O Bêbado e a Equilibrista atravessou a carreira de Elis e virou memória pública do país.
Produção
0Gravadora
WEA
Formação
Elis Reginavoz
Mudanças na formação
Sem mudança confirmada na formação principal










