
Gravadora: Hannibal Records
20º álbum de estúdio
O blues volta para casa
Kulanjan é um dos grandes encontros de Taj Mahal. Ao lado de Toumani Diabaté, ele não força uma tese: deixa guitarra, voz e kora encontrarem parentesco no ar. Gravado em Athens, com produção de Joe Boyd e Lucy Durán, o álbum aproxima blues americano e tradição mandinga com uma serenidade rara.
Catfish Blues soa antigo de dois continentes. Queen Bee muda de pele. O disco tem beleza, política e ancestralidade sem cartaz. É música de encontro profundo, onde semelhança e diferença respiram no mesmo compasso.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir a genealogia africana do blues surgir sem palestra e sem ornamento.
Destaques
- 1Queen Bee
- 2Kulanjan
- 3Catfish Blues
Fatos interessantes
- ●Toumani Diabaté toca kora, instrumento central da tradição mandinga da África Ocidental.
- ●O álbum foi produzido por Joe Boyd e Lucy Durán, nomes ligados a registros interculturais de alto nível.
- ●Foi gravado no John Keane Studios, em Athens, Georgia.
- ●Catfish Blues ganha nova dimensão ao lado da kora.
- ●Queen Bee reaparece em contexto africano, mudando sua temperatura sem perder identidade.
- ●O disco foi muito elogiado por críticos de blues e world music.
- ●Críticas destacaram a naturalidade da fusão, sem sensação de experimento forçado.
- ●Kulanjan ganhou peso histórico após a morte de Toumani Diabaté em 2024.
- ●O álbum evidencia uma tese recorrente de Taj Mahal: o blues pertence a uma história atlântica maior.
- ●É frequentemente citado como um dos pontos altos de sua discografia tardia.
Gravadora
Hannibal Records
Formação
Taj Mahalvocais, guitarra
Toumani Diabatékora
Mudanças na formação
Sem mudanças significativas






